Levitação magnética
O projeto aproveita a experiência dos sistemas maglev de alta velocidade e dos acionamentos eletromagnéticos lineares. Na StarRoad, a levitação não serve ao conforto dos passageiros, mas mantém um veículo superpesado em uma via a vácuo e em alta velocidade.
Supercondutores
A arquitetura invertida coloca os principais ímãs supercondutores a bordo da nave reutilizável. O túnel precisa apenas de enrolamentos mais simples, passivos ou comutáveis, feitos de condutores convencionais.
Energia pulsada
A linha inteira não recebe energia ao mesmo tempo. Terminais, controladores de segmentos e blocos de um quilômetro produzem um campo magnético viajante, sincronizado com a posição da nave.
Tecnologia de vácuo
O sistema usa vácuo profundo segmentado, com bombas e sensores autônomos. O isolamento das seções reduz o risco de falha em cascata e simplifica a manutenção.
Voo hipersônico e proteção térmica
A aerodinâmica hipersônica, o resfriamento ativo, os acumuladores térmicos de mudança de fase e os elementos ablativos substituíveis trabalham em conjunto para suportar um trecho atmosférico curto, porém extremo.
Energia a bordo
Um reator nuclear compacto, ou um futuro módulo de nova geração, alimenta os supercondutores, os sistemas orbitais, os motores eletromagnéticos de plasma e a navegação marítima autônoma.
Construção de túneis
O projeto prevê uma frota robotizada de tuneladoras: máquinas grandes para o túnel principal, máquinas menores para os coletores do sistema geotérmico autônomo e equipamentos separados para as galerias de serviço.
Sistema geotérmico autônomo de energia térmica
O sistema geotérmico não é um acréscimo externo: ele viabiliza a construção profunda, o resfriamento das rochas e a geração de energia, além de formar um corredor energético linear ao longo da rota.
Combustão supersônica
A barreira gasodinâmica do portal atmosférico usa anéis de jato de ar e hidrogênio. O hidrogênio é produzido no local por eletrólise, e o principal produto da operação é vapor de água superaquecido.